Aff... Radiante. Acho que é a única maneira que me permite uma descrição próxima do quão estavas bela hoje.
Não sei porque, ou que de especial tinhas hoje (a roupa, o cabelo, o olhar) mas fiquei rendido. Tao rendido que nem tive coragem para to dizer....
"Não surgiu oportunidade!" - grita um canto da minha mente, em auto-defesa. "As oportunidades não se inventam sozinhas, nós e que as criamos." - diz outro canto.
Vamos la ver isto com calma: não te disse o que sentia, o que é mau. Porem não tive la grande oportunidade para to dizer, logo não posso ficar chateado com isso. Por fim, já passou.
Agora já não vou a tempo de te dizer como estavas radiantemente bela. Ou vou...?
Raios partam esta minha tendência para o pessimismo.
Claro que vou a tempo. Vou sempre a tempo de te dizer seja o que for desde que seja verdade.
Sendo assim quando? Agora? Amanha na escola? Depois de amanha... Nunca. Bolas. Não vou mesmo dizer-to.
Pode ser que numa próxima vez (porque eu sei que vai haver próxima), e se quiseres ouvir, eu consiga dizer-te aquilo que me fazes sentir...
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