sábado, 7 de janeiro de 2012

Calma depois da tempestade

Aguas aquietam. A minha mente aquieta e o meu ser transcende. Transcende todas as dificuldades, todas as duvidas, todos os problemas e apercebo-me da tamanha estupidez do que pensei, escrevi...
Não se trata de ser cobarde nem de não ser. Trata-se de que, depois de uma semana seguida a ter a fibra a teste, fico sem saber o que pensar, o que dizer...
Mas para que? Não vale a pena nada disso. Não vale a pena sequer pensar em lutar ou desistir, ganhar ou perder.
Aceitação é difícil, mas necessária.
Seja como for, uma coisa é certa: Eu amo-te. O que quer que possa fazer para te ajudar farei, se assim o quiseres.

A racionalização do óbvio

Primeiro, a sensação de que tudo podia correr bem. Depois as duvidas sobre aquilo que sinto. E por fim a decisão de que aquilo que sinto não é apenas passageiro. Aceito essa decisão como verdade, e sigo-a como que se ela fosse indiscutível. E chego a conclusão que não faz sentido avançar com seja o que for, se ela também não souber aquilo que sinto, e realmente, não fazia. Mas foi aqui que errei. Não por partilhar aquilo que sinto com quem mo faz sentir mas sim por não ter a mínima noção daquilo que podia estar para vir e que veio.
E agora? O que é que sobra?
Como é suposto que eu te consiga receber calorosamente, quando tudo o que sinto é um deserto gelado?
Como é suposto que eu não desabe sempre que me cortam as bases, se tudo o que eu sinto e uma chuva de gelo a fustigar a minha consciência?
E se de facto aquilo que podia existir não pode mais, e se existe uma possibilidade de seres feliz com outra pessoa, então porque não? Tens todo, e mais algum, do meu apoio, se é que ele importa.
Pois eu desisto. Por incrível que possa parecer eu desisto. Desisto porque te amo, e não suporto a sensação de que não me amas de volta. E sim, é cobardia. Mas é uma cobardia que eu prefiro ter na consciência a andar constantemente preocupado com coisas que não posso controlar.
Sendo assim: Viverei e deixarei viver.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Indescritivelmente bela

Aff... Radiante. Acho que é a única maneira que  me permite uma descrição próxima do quão estavas bela hoje.
Não sei porque, ou que de especial tinhas hoje (a roupa, o cabelo, o olhar) mas fiquei rendido. Tao rendido que nem tive coragem para to dizer....
"Não surgiu oportunidade!" - grita um canto da minha mente, em auto-defesa. "As oportunidades não se inventam sozinhas, nós e que as criamos." - diz outro canto.
Vamos la ver isto com calma: não te disse o que sentia, o que é mau. Porem não tive la grande oportunidade para to dizer, logo não posso ficar chateado com isso. Por fim, já passou.
Agora já não vou a tempo de te dizer como estavas radiantemente bela. Ou vou...?
Raios partam esta minha tendência para o pessimismo.
Claro que vou a tempo. Vou sempre a tempo de te dizer seja o que for desde que seja verdade.
Sendo assim quando? Agora? Amanha na escola? Depois de amanha... Nunca. Bolas. Não vou mesmo dizer-to.
Pode ser que numa próxima vez (porque eu sei que vai haver próxima), e se quiseres ouvir, eu consiga dizer-te aquilo que me fazes sentir...